terça-feira, 22 de junho de 2010
Qual o seu verdadeiro interesse na IGREJA? Ser o MAIOR?
O descuido de muitos com a palavra de Deus, está permitindo desvios de conduta aos muitos líderes, que se desdobram em conquistar espaços e esquecem, que este sentimento é pura conduta material.
Quantos desejam seguir os passos exemplares de João, o Batista, em sua caminhada por esta vida e na realização de com muito cuidado, tentar somente agradar ao Senhor, e não estrapolar com os seus devaneios de poder para ser contemplado pelos homens, como uma estrêla de maior grandeza.
Triste saber que, esta conduta luciferiana, é armazenada com facilidade nos corações de muitos, que se diziam servos de Deus, e que diante da igreja, exerciam suas tarefas, como um verdadeiro atalaia de Deus.
Infelizmente, a sensação que existe, hoje em dia, é a produzida pelos holofotes e flashes à vontade, em muitos dos eventos.
Triste, quando avaliamos as conquistas destes líderes que deixaram o seu primeiro amor, para amarem a sí mesmos, como se possuissem toda a autoridade espiritual no mundo, e trocaram os seus diplomas pela fama e por resultados materiais.
Triste quando deixamos de lado a simplicidade e a instrumentalidade de Deus, pela observação carnal e humana. Triste saber que muitos deixaram de lado a simplicidade nada interessante aos muitos corações como explícit no Livro de Mateus 11:11:
"Em verdade vos digo que, entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João o Batista; mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele."
Quantos desejam estar nesta posição?
O contrário a esta afirmação é mais interessante e mais confortável.
A venda de indulgencias e o antropocentrismo são os álibis da carne, em atividade no meio da igreja atual. Quem dá mais, se transformou na arma dos milagreiros de plantão. Quem dá mais, se transformou no motivo de vida dos que não resistiram ser fiéis até a morte. Quem dá mais, tornou-se o motivo de uma vida melhor e mais confortável nesta terra. Quem dá mais, é o sinal dos tempos para os interessados e interesseiros deste mundo.
Qual o seu verdadeiro interesse na IGREJA de Cristo?
Pense bem antes de responder. A sua resposta poderá colocar a sua cabeça em risco.
Maranata!
O menor de todos. Certamente!
Fonte: http://www.pastornewton.com/
Um líder que faz a diferença!
Estevão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo (At 6.8)
O diácono Estevão foi um dos grandes líderes da igreja primitiva. Seu ministério foi curto, mas sua influência cruzou os séculos e chega até nós. Ele viveu uma vida de plenitude, com um testemunho irrepreensível e seus predicados espirituais foram um exemplo a ser seguido ainda hoje. Nesta reflexão, veremos três marcas distintivas deste homem de Deus.
1. Sua vida era irrepreensível (At 6.3) – A vida do líder é a vida da sua liderança. Um líder nunca é neutro; é benção ou maldição. O líder sempre lidera, para o bem ou para o mal. Na igreja de Deus, precisamos de líderes que tenham o caráter de Cristo, o fruto do Espírito, as marcas de uma vida irrepreensível. Estevão era um homem de boa reputação, cheio do Espírito Santo e de sabedoria (At 6.3). Ele também era um homem cheio de fé (At 6.4). A Escritura ainda diz, que ele era cheio de graça e poder (At 6.8).
A igreja de Deus precisa de homens que tenham a envergadura espiritual de Estevão. Homens que sejam íntegros na conduta, que não transijam com os absolutos de Deus. Homens que sejam cheios do Espírito Santo, e não balões cheios de vento. Hoje vemos homens cheios de compromissos, cheios de conhecimentos, cheios de diplomas, cheios de bens, mas poucos homens que vivem na plenitude do Espírito.
A liderança de um homem tem exatamente a extensão da sua vida. Seu nome é o seu grande patrimônio. Se ele perder sua dignidade, perde seu ministério.
2. Suas obras eram irrefutáveis (At 6.8) – As obras de Estevão eram o selo da sua liderança. Diz a Escritura que ele fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. O caráter de um líder é reproduzido e demonstrado em suas obras. O que ele é revela-se no que faz. Uma árvore má não pode dar bons frutos e vice-versa. Nossas obras refletem nossos valores. Nossas mãos manifestam o que está em nosso coração.
Estevão enfrentou severa oposição dos membros do Sinédrio judaico, mas eles não puderam refutar suas obras. Para levá-los às barras do tribunal e condená-lo, precisaram subornar testemunhas falsas (At 6.11). Precisamos de líderes que vivam acima de quaisquer suspeitas, que tenham vida irrepreensível e mãos limpas. A única arma que os inimigos puderam usar contra Estevão foi a força. Se tivessem algum motivo para denunciá-lo, teriam imposto a ele um golpe mais doloroso que o apedrejamento.
3. Suas palavras eram irresistíveis (At 6.10) – Estevão tinha vida irrepreensível, obras irrefutáveis e também palavras irresistíveis. Assim registra a Escritura: “e não podiam sobrepor-se à sabedoria a ao Espírito, pelo qual ele falava”. O diácono da igreja primitiva era um homem em que habitava ricamente a palavra de Cristo (Cl 3.16). Seu sermão registrado no capítulo 7 do livro de Atos, é uma verdadeira síntese do AT.
Um líder espiritual precisa conhecer a Palavra de Deus. Não fala com sabedoria quem não conhece a verdade (2 Tm 2.15). O analfabetismo bíblico é um dos pontos mais críticos daqueles que se propõem a ser líderes do povo de Deus. Líderes sem conhecimento da Palavra deixam o povo de Deus à deriva para ser levado por todo vento de doutrina. Líderes sem o discernimento da verdade são presas dos falsos mestres.
Estevão foi apedrejado, mas seu rosto resplandeceu. Os homens fecharam-lhe a porta da vida, mas Jesus abriu-lhe a porta do céu.
Fonte: http://davarelohim.blogspot.com/
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Escolhendo Uma Igreja!
Como posso escolher uma igreja?
Visto que temos uma igreja em quase todas as esquinas, como uma pessoa pode escolher uma delas para freqüentar? A resposta para esta pergunta será determinada, primeiramente, por nossa razão para freqüentarmos a igreja. Muitos escolhem uma igreja (e neste artigo utilizo a palavra com um sentido bem livre) que oferece os programas mais interessantes e divertidos para sua família. Muitos escolhem uma igreja como se estivessem escolhendo um spa ou um evento esportivo. Outros escolhem uma igreja porque ela está em harmonia com o que eles sempre conheceram: a mesma denominação, estilo de culto e ambiente familiar. Na realidade, esta escolha é semelhante à que fazemos quando decidimos que teremos uma família. Estamos simplesmente apaixonados por aquilo que temos. Alguns escolhem uma igreja que seja próxima do lugar onde moram. Este é um bom motivo para escolhermos uma loja de conveniência, mas não nos associamos a uma igreja por motivo de conveniência. Alguns estão procurando por aquele “sentimento agradável e subjetivo”. Eles não podem censurar alguma coisa específica; podem apenas dizer: “Eu saberei quando estiver sentindo que algo é correto”. Esta pode ser uma boa maneira para decidirmos em favor do sabor de nosso sorvete, mas será que realmente funciona no que se refere a encontrarmos uma igreja? Eles dizem: “Muitos vão ao lugar que eles conhecem e no qual eles sentem-se confortáveis com outra pessoa ou com outras pessoas”. Esse tipo de comunhão cria um ambiente propício a um excelente clube social, mas seria o critério que alguém deveria usar para associar-se com o lugar que tem o objetivo de cuidar de sua alma? Finalmente, alguns escolhem uma igreja porque a pregação carismática do pastor os mantém despertos. Deveríamos ficar admirados se estas palavras do apóstolo Paulo: “A presença pessoal dele é fraca; e a palavra, desprezível”, obtivessem qualquer sucesso no ministério pastoral de nossos dias.
A resposta à pergunta “Por que eu devo ir à igreja?” está ligada de maneira inseparável ao que eu percebo ser o propósito da igreja. Se a razão da existência da igreja é servir aos homens, então, as razões que apresentamos acima são válidas. Por outro lado, se a verdadeira igreja existe para servir a Deus e aos seus objetivos, o melhor que temos a fazer é considerar a Palavra dEle e verificar o que nos diz a respeito de sua igreja. O apóstolo Paulo definiu de maneira sucinta a verdadeira igreja, quando ele disse a Timóteo: “A casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1 Tm 3.15).
Não violentaríamos a Palavra de Deus, se parafraseássemos estas palavras do apóstolo nos seguintes termos:
“A verdadeira igreja é o lugar onde o verdadeiro Deus se encontra com aqueles que Ele chamou, os quais sustentam e defendem com firmeza a pessoa e a obra de Cristo Jesus, o Senhor”.
Existe somente uma pergunta a fazer para determinarmos se a igreja que freqüentamos é a igreja certa.
Ali, o Cristo das Escrituras está sendo completamente pregado, honrado e seguido?
Muitos homens mentem a respeito do Senhor Jesus, por falarem coisas falsas sobre Ele. Outros mentem sobre Ele, por não dizerem a verdade a respeito dEle. Se Cristo está sendo plenamente anunciado, o conteúdo da mensagem será preferido à maneira de ser apresentada; haverá agradável e estimulante comunhão com Ele; e o regozijo será incomparável a todos os entretenimentos. E a consistência das Escrituras será muito superior à das minhas experiências passadas; e nenhuma distância ou barreira se tornará um obstáculo imenso. Para obter a resposta certa, você precisa fazer a pergunta correta. Escolha cuidadosamente!
Autor: Greg Elmquist
Evangélicos em Crise!
Por Avelar Jr.
Esses dias eu estive numa livraria evangélica da minha região. Ao passear pelas prateleiras cheias de ótimos livros, encontrei uma raridade: “Evangélicos em Crise”, do Paulo Romeiro. Eu já tinha lido ótimos comentários a respeito desse livro. Meu pastor o tem e me havia oferecido emprestado, mas nunca tinha me dado ao prazer de lê-lo.
Decidi comprá-lo porque sabia que o livro, além de recomendável, estava estalando de novo, era o último exemplar e eu sabia que já estava esgotado (já que a edição é de 1999). Eu conversei com o livreiro na ocasião e fiquei muito contente de saber que ele é uma pessoa esclarecida na fé, e que não adquire livros sabidamente prejudiciais à igreja – dava pra ver esse cuidado só de conferir as prateleiras. Pena que não é sempre assim nas livrarias, não é?
Para quem não conhece o livro, ele é uma continuação melhorada do “Supercrentes”, do mesmo autor. Esta obra também é ótima e de rápida leitura (eu havia lido anos atrás, emprestado por meu antigo pastor). Ambos tratam de apologética interna, ou seja, temas que servem de obstáculo, desvio da ortodoxia e incômodo para o evangelho e para a vida espiritual da igreja, e que – uma pena – partem de dentro dela própria!
“Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; e que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.” - Atos 20.28-30
Logo nas primeiras páginas, pude perceber a situação caótica por que a igreja evangélica brasileira já passava por aqueles tempos. Fiquei impressionado, confesso, pois converti-me em 1998 e o livro é de 1999 (4a edição)... Perguntei-me onde eu estava naquela época que não me dava conta de tudo aquilo que o autor mencionava no livro.
Graças a Deus, a guerra espiritual na igreja estourava e eu estava sorridente com Jesus, pedindo licença para passar pelo meio dos escombros que eu não via. Nessa época eu passava pela “lua-de-mel” da conversão, por aquele momento de deslumbramento e felicidade que subverte a vida impetuosamente, e que, infelizmente, um dia acaba. É quando você cai na real, que está no meio de um combate e não num parque aquático celestial.
Talvez fosse o efeito “slow motion” da “lua-de-mel”... Talvez fosse o cuidado de Deus para comigo mesmo: em não me permitir enxergar a terrível Matrix logo naquela época, sem estar pronto e alimentado apropriadamente para o baque de tristeza que a cena me traria.
Ok, de volta ao século XXI, lendo o livro, hoje, pude constatar, infelizmente, que a esperança do autor não se cumpriu. Quem alçava falsas profecias e pregava heresias destruidoras continuou se aperfeiçoando no seu mal e ajudando a causar mais baixas entre os companheiros do evangelho da paz. Fiquei triste de ver que se a coisa parecia estar perto do fundo do poço naquela época, hoje está muito pior!
O que tivemos de aumento nas fileiras do movimento evangélico, estatisticamente falando, desde então, aparentemente, foi uma carga morta, um grande prejuízo para o testemunho, um gol da Argentina contra nós. Onde estamos errando se é fato que os números crescem?
Digo “aparentemente” porque sei que no meio de muito estrume, sempre há muita vida, e aquelas que saem no tempo certo. Pois no meio do estrume também se lançam sementes, com a semente também vem a fé, a luz de Deus, o crescimento e as flores – e as ervas daninhas que aguardam sua hora.
A igreja está aí. Pode até ser difícil de enxergar, duro de reconhecer, mas Deus está cuidando de nós. E nós devemos tomar parte nisso e cuidarmos uns dos outros.
“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Mateus 28.19-20
“Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos.” - Judas 3
Fonte: http://www.pulpitocristao.com/
Esses dias eu estive numa livraria evangélica da minha região. Ao passear pelas prateleiras cheias de ótimos livros, encontrei uma raridade: “Evangélicos em Crise”, do Paulo Romeiro. Eu já tinha lido ótimos comentários a respeito desse livro. Meu pastor o tem e me havia oferecido emprestado, mas nunca tinha me dado ao prazer de lê-lo.
Decidi comprá-lo porque sabia que o livro, além de recomendável, estava estalando de novo, era o último exemplar e eu sabia que já estava esgotado (já que a edição é de 1999). Eu conversei com o livreiro na ocasião e fiquei muito contente de saber que ele é uma pessoa esclarecida na fé, e que não adquire livros sabidamente prejudiciais à igreja – dava pra ver esse cuidado só de conferir as prateleiras. Pena que não é sempre assim nas livrarias, não é?
Para quem não conhece o livro, ele é uma continuação melhorada do “Supercrentes”, do mesmo autor. Esta obra também é ótima e de rápida leitura (eu havia lido anos atrás, emprestado por meu antigo pastor). Ambos tratam de apologética interna, ou seja, temas que servem de obstáculo, desvio da ortodoxia e incômodo para o evangelho e para a vida espiritual da igreja, e que – uma pena – partem de dentro dela própria!
“Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; e que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.” - Atos 20.28-30
Logo nas primeiras páginas, pude perceber a situação caótica por que a igreja evangélica brasileira já passava por aqueles tempos. Fiquei impressionado, confesso, pois converti-me em 1998 e o livro é de 1999 (4a edição)... Perguntei-me onde eu estava naquela época que não me dava conta de tudo aquilo que o autor mencionava no livro.
Graças a Deus, a guerra espiritual na igreja estourava e eu estava sorridente com Jesus, pedindo licença para passar pelo meio dos escombros que eu não via. Nessa época eu passava pela “lua-de-mel” da conversão, por aquele momento de deslumbramento e felicidade que subverte a vida impetuosamente, e que, infelizmente, um dia acaba. É quando você cai na real, que está no meio de um combate e não num parque aquático celestial.
Talvez fosse o efeito “slow motion” da “lua-de-mel”... Talvez fosse o cuidado de Deus para comigo mesmo: em não me permitir enxergar a terrível Matrix logo naquela época, sem estar pronto e alimentado apropriadamente para o baque de tristeza que a cena me traria.
Ok, de volta ao século XXI, lendo o livro, hoje, pude constatar, infelizmente, que a esperança do autor não se cumpriu. Quem alçava falsas profecias e pregava heresias destruidoras continuou se aperfeiçoando no seu mal e ajudando a causar mais baixas entre os companheiros do evangelho da paz. Fiquei triste de ver que se a coisa parecia estar perto do fundo do poço naquela época, hoje está muito pior!
O que tivemos de aumento nas fileiras do movimento evangélico, estatisticamente falando, desde então, aparentemente, foi uma carga morta, um grande prejuízo para o testemunho, um gol da Argentina contra nós. Onde estamos errando se é fato que os números crescem?
Digo “aparentemente” porque sei que no meio de muito estrume, sempre há muita vida, e aquelas que saem no tempo certo. Pois no meio do estrume também se lançam sementes, com a semente também vem a fé, a luz de Deus, o crescimento e as flores – e as ervas daninhas que aguardam sua hora.
A igreja está aí. Pode até ser difícil de enxergar, duro de reconhecer, mas Deus está cuidando de nós. E nós devemos tomar parte nisso e cuidarmos uns dos outros.
“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Mateus 28.19-20
“Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos.” - Judas 3
Fonte: http://www.pulpitocristao.com/
domingo, 20 de junho de 2010
Como Adorar a Deus em Vão!
Por John Piper
Olhemos para Mateus 15.8: podemos "adorar" a Deus em vão. "Este povo honra me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim." Um ato de adoração é vão e fútil quando não vem do coração. Isso estava implícito nas palavras de Jesus à adúltera samaritana:
" Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores" (Jo 4.23).
Mas o que é essa experiência do espírito? O que acontece no coração quando a adoração não é em vão?
É mais do que um mero ato de força de vontade. Todos os atos exteriores de adoração são atos da vontade. Isso, porém, não os torna autênticos. A vontade pode estar presente (por todos os tipos de razão) sem que o coração esteja genuinamente envolvido (ou, como diz Jesus, "longe"). A atuação do coração na adoração é o despertar de sentimentos, emoções e afetos do coração. Lá onde os sentimentos por Deus estão mortos, a adoração está morta.
Os afetos que tornam autêntica a adoração Agora sejamos específicos. Quais são esses sentimentos ou afetos que tornam autênticos os atos exteriores de adoração? Para chegar à resposta, recorreremos aos salmos e aos hinos inspirados do Antigo Testamento. Um conjunto de afetos diferentes entrelaçados pode tomar conta do coração a qualquer momento. Portanto, a extensão e seqüência da lista abaixo não têm a intenção de limitar as possibilidades de prazer no coração de alguém.
Talvez a primeira resposta do coração ao ver a santidade majestosa de Deus seja o silêncio perplexo.
"Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Sl 46.10). "O Senhor está em seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra" (Hc 2.20).
Do silêncio brota um sentimento de temor, reverência e maravilha diante da imensa grandeza de Deus.
"Tema ao Senhor toda a terra, temam-no todos os habitantes do mundo" (Sl 33.8). E por sermos todos pecadores, em nossa reverência há um medo santo do poder justo de Deus.
"Ao Senhor dos Exércitos, a ele santificai; seja ele o vosso temor, seja ele o vosso espanto" (Is 8.13).
"Entrarei na tua casa e me prostrarei diante do teu santo templo, no teu temor" (Sl 5.7). Esse temor, porém, não é um terror paralisante, cheio de ressentimento contra a autoridade absoluta de Deus. Ele encontra alívio na contrição, no arrependimento e na tristeza por nossa distância de Deus. "Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus" (Sl 51.17). "Assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos" (Is 57.15).
Misturado ao sentimento genuíno de contrição e tristeza pelo pecado aparece um anseio por Deus.
"Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo" (Sl 42.1, 2). "Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre" (Sl 73. 25,26). "Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água" (Sl 63.1).
Deus não fica indiferente ao anseio contrito da alma. Ele vem, retira a carga do pecado e enche nosso coração de alegria e gratidão.
"Converteste-o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria, para que o meu espírito te cante louvores e não se cale. Senhor, Deus meu, graças te darei para sempre" (Sl 30.11, 12).
Nossa alegria, porém, não é resultado apenas da gratidão gerada pelo olhar em retrospectiva. Ela também vem do olhar esperançoso prospectivo:
"Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu" (Sl 42.5). "Aguardo o Senhor, a minha alma o aguarda; eu espero na sua palavra" (Sl 130.5).
No fim das contas, o coração não anseia por qualquer das dádivas de Deus, mas pelo próprio Deus. Vê-lo, conhecê-lo e estar em sua presença e o maior banquete da alma. Depois disso ela não quer mais nada. As palavras passam a ser insuficientes. Nós falamos de prazer, alegria, delícia, mas esses são apenas frágeis indicadores da experiência indizível.
"Uma coisa peço ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo" (Sl 27.4).
"Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente" (Sl 16.11). "Agrada-te do Senhor" (Sl 37.4).
Esses são alguns dos afetos do coração que podem evitar que a adoração seja "em vão". Adorar é uma maneira alegre de refletir de volta para Deus o brilho do seu valor. Não é um mero ato de vontade, pelo qual executamos ações externas. Sem a participação do coração, não adoramos de verdade. O envolvimento do coração na adoração é o despertamento de sentimentos, emoções e afetos do coração.
Onde os sentimentos por Deus estão mortos, a adoração está morta. A adoração genuína precisa incluir sentimentos interiores que refletem o valor da glória de Deus. Se não fosse assim, a palavra hipócrita não teria sentido. Mas a hipocrisia existe — ter emoções exteriores (como cantar, orar, dar, recitar) que significam afetos do coração que não existem.
"Este povo me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim."
Fonte: http://ministeriobbereia.blogspot.com/
Olhemos para Mateus 15.8: podemos "adorar" a Deus em vão. "Este povo honra me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim." Um ato de adoração é vão e fútil quando não vem do coração. Isso estava implícito nas palavras de Jesus à adúltera samaritana:
" Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores" (Jo 4.23).
Mas o que é essa experiência do espírito? O que acontece no coração quando a adoração não é em vão?
É mais do que um mero ato de força de vontade. Todos os atos exteriores de adoração são atos da vontade. Isso, porém, não os torna autênticos. A vontade pode estar presente (por todos os tipos de razão) sem que o coração esteja genuinamente envolvido (ou, como diz Jesus, "longe"). A atuação do coração na adoração é o despertar de sentimentos, emoções e afetos do coração. Lá onde os sentimentos por Deus estão mortos, a adoração está morta.
Os afetos que tornam autêntica a adoração Agora sejamos específicos. Quais são esses sentimentos ou afetos que tornam autênticos os atos exteriores de adoração? Para chegar à resposta, recorreremos aos salmos e aos hinos inspirados do Antigo Testamento. Um conjunto de afetos diferentes entrelaçados pode tomar conta do coração a qualquer momento. Portanto, a extensão e seqüência da lista abaixo não têm a intenção de limitar as possibilidades de prazer no coração de alguém.
Talvez a primeira resposta do coração ao ver a santidade majestosa de Deus seja o silêncio perplexo.
"Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Sl 46.10). "O Senhor está em seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra" (Hc 2.20).
Do silêncio brota um sentimento de temor, reverência e maravilha diante da imensa grandeza de Deus.
"Tema ao Senhor toda a terra, temam-no todos os habitantes do mundo" (Sl 33.8). E por sermos todos pecadores, em nossa reverência há um medo santo do poder justo de Deus.
"Ao Senhor dos Exércitos, a ele santificai; seja ele o vosso temor, seja ele o vosso espanto" (Is 8.13).
"Entrarei na tua casa e me prostrarei diante do teu santo templo, no teu temor" (Sl 5.7). Esse temor, porém, não é um terror paralisante, cheio de ressentimento contra a autoridade absoluta de Deus. Ele encontra alívio na contrição, no arrependimento e na tristeza por nossa distância de Deus. "Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus" (Sl 51.17). "Assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos" (Is 57.15).
Misturado ao sentimento genuíno de contrição e tristeza pelo pecado aparece um anseio por Deus.
"Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo" (Sl 42.1, 2). "Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre" (Sl 73. 25,26). "Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água" (Sl 63.1).
Deus não fica indiferente ao anseio contrito da alma. Ele vem, retira a carga do pecado e enche nosso coração de alegria e gratidão.
"Converteste-o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria, para que o meu espírito te cante louvores e não se cale. Senhor, Deus meu, graças te darei para sempre" (Sl 30.11, 12).
Nossa alegria, porém, não é resultado apenas da gratidão gerada pelo olhar em retrospectiva. Ela também vem do olhar esperançoso prospectivo:
"Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu" (Sl 42.5). "Aguardo o Senhor, a minha alma o aguarda; eu espero na sua palavra" (Sl 130.5).
No fim das contas, o coração não anseia por qualquer das dádivas de Deus, mas pelo próprio Deus. Vê-lo, conhecê-lo e estar em sua presença e o maior banquete da alma. Depois disso ela não quer mais nada. As palavras passam a ser insuficientes. Nós falamos de prazer, alegria, delícia, mas esses são apenas frágeis indicadores da experiência indizível.
"Uma coisa peço ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo" (Sl 27.4).
"Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente" (Sl 16.11). "Agrada-te do Senhor" (Sl 37.4).
Esses são alguns dos afetos do coração que podem evitar que a adoração seja "em vão". Adorar é uma maneira alegre de refletir de volta para Deus o brilho do seu valor. Não é um mero ato de vontade, pelo qual executamos ações externas. Sem a participação do coração, não adoramos de verdade. O envolvimento do coração na adoração é o despertamento de sentimentos, emoções e afetos do coração.
Onde os sentimentos por Deus estão mortos, a adoração está morta. A adoração genuína precisa incluir sentimentos interiores que refletem o valor da glória de Deus. Se não fosse assim, a palavra hipócrita não teria sentido. Mas a hipocrisia existe — ter emoções exteriores (como cantar, orar, dar, recitar) que significam afetos do coração que não existem.
"Este povo me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim."
Fonte: http://ministeriobbereia.blogspot.com/
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