sábado, 28 de maio de 2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Diário de um adorador I

Escrito por Gerson Ortega

Nesta nova série que estou me propondo a escrever, pretendo colocar, através de histórias bíblicas com pesquisa histórica da época, mixadas a histórias de ficção…ou de verdade, princípios da vida de adoração. O adorador que viverá as tramas, é um personagem criado, fictício, portanto, me dou o direito de colocar nomes, lugares, épocas de forma fictícia, onde o principal é o conceito que quero deixar, ok? Se houver alguma similaridade (a não ser as histórias bíblicas usadas como base) com algum acontecimento, pode crer que é coincidência… Ah! Uma mesma história pode ou não acabar no mesmo post, tá? Espero que você curta…

A IDENTIDADE DO MESTRE



“Após vê-lo entrar na água, da mesma forma que havia visto vários outros antes, senti algo diferente: ele não parecia humano, embora estivesse alí molhado também, esperando sua vez de ser imerso. Tinha uma atitude definida, uma presença envolvente, um olhar marcante que parecia entrar e sair de você com força e doçura ao mesmo tempo…”

Meu nome é Nabih , filho de Izhar. Sou da tribo de Levi, portanto a herança da minha tribo nunca foram terras ou dinheiro, mas o próprio Jeová. Meu pai tinha orgulho e tradição porque, dentre a descendência de Moisés, vinda de Gerson e Eliezer, ele tinha o mesmo nome e era descendente de Izhar que gerou filhos chefes da tribo levita muito tempo atrás. Os levitas guardavam o templo e tinham suas funções de ministério criadas debaixo da ordem do grande rei Davi. Eu fui treinado para servir tocando a harpa na sinagoga, no Shabat, quando a Torah é lida e salmos são cantados, ou no templo em grandes comemorações. Sempre cantei sobre o Messias que haveria de vir, principalmente nos salmos, mas nunca pude imaginá-lo. Sempre cumpri minhas escalas na sinagoga, fazendo o meu melhor com meu instrumento. O rabi sempre me elogiava ao final do Shabat… mas, quem será esse Messias sobre quem canto? Não há sentido em se cantar sem se entender o que se canta. Eu estava em Betânia, de onde parti para procurar João, o Batista, pois ouvi dizer que ele poderia ser Elias, ou o próprio Messias!!!??? Não sei… assim me diziam. Me orientaram a andar uns três a quatro kms na estrada que levava em direção ao Jordão e chegar até as margens do rio, pois ali, ele pregava e batizava todos os que recebiam sua palavra. Me disseram que muita gente chegava alí de muitas partes de Israel, e choravam, e berravam, clamavam por misericórdia, por perdão… alguns caíam no chão, rasgavam suas vestes e pediam ajuda. João era uma figura muito forte, jovem, aparentando mais idade por sua pele queimada com barba e longos cabelos, surrados pelo sol e vento; uma figura sem casa nem família, ele vivia no deserto, embora tivesse discípulos que o seguiam. Foi criado ali mesmo pelos essênios, uma tribo nômade, após a morte de seus pais avançados em idade. Tinha uma voz rouca mas profunda e dominante. “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!”, disse a voz de trovão na direção daquele homem diferente; e todos olharam para ele. Eu via, sentia, mas não entendia: “o que João quer dizer com isso?”. Quando o homem chegou perto de João, este agiu estranhamente; parecia não querer batizá-lo. “Por que não?”, fiquei me perguntando. Ele parece tão bom, tão especial, tão, tão… diferente. Ouvi algumas pessoas comentando em voz baixa: “este não é filho do carpinteiro José, filho de Jacó, filho de Matan, da família de Davi, de Belém e não é Maria sua mãe? E não vive ele em Nazaré, do outro lado do rio?” Fiquei observando de longe… conversaram e, finalmente, João pareceu ter aceitado algo que aquele homem diferente lhe disse e o batizou. Quando ele saiu da água, vi no céu uma luz e brilho que quase me cegavam; todos ficaram assustados e como que paralisados com aquele brilho que não era do sol. Tentei olhar para eles e enxergá-los quando vi um pássaro, uma pomba vindo sobre ele! Pensei: “de onde apareceu essa pomba?” Ele levantou suas mãos para o céu como agradecendo, ou recebendo, não sei bem; em seguida, ouviu-se uma voz como um relâmpago, ou um trovão. Mas, o céu estava tão azul! A voz dizia: “Este é meu Filho Amado em quem tenho prazer!” ”Filho? De quem?” pensei. Uma voz doce mas segura, trazia a minha memória a lembrança da leitura do profeta Isaías na sinagoga: “Eis aqui o meu Servo, a quem sustenho, meu Eleito, em quem se compraz a minha alma; pus o meu Espírito sobre Ele…” Incrível! E depois a lembrança do cântico do salmo: “Recitarei o decreto: O Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei. Pede-me e te darei as nações por herança.”Poderia ser ele o Messias? O Filho de Deus? Andando de volta para Betânia, não conseguia parar de pensar em Isaías e cantar o decreto daquele salmo messiânico: “Tu és meu Filho, tu és meu Filho… me alegro em tí, me alegro em tí”. E assim foi até enxergar ao longe as luzes de Betânia. Que dia…

Mal sabia eu que coisas incríveis e assustadoras estavam por vir, a partir daquele encontro estranho, mas memorável!

continua …

Fonte: http://naomordamaca.com/

A quem você pertence? – C. H. Spurgeon



Fonte: http://www.vemver.tv/

Como fazer da sua igreja um império


Por Paulo C. S. Santos

1. Endureça o coração. Seja indiferente com apelos de mães, padres, bispos, missionários e pastores em crise ou dificuldades. O sofrimento deles não é problema seu.

2. Seja obstinado. Não deixe ministros, profetas, amigos, colegas, ou qualquer outro convencê-lo a desistir do seu império.

3. Priorize as coisas. Entre coisas e pessoas fique com as coisas.

4. Valorize os números. Não importa quem saiu ou quem entrou, o importante é o saldo.

5. Fale as massas. Não perca tempo com indivíduos, fale a auditórios, trabalhe no atacado.

6. Ignore críticas. Mantenha-se surdo quando for criticado, faça ouvido de mercador, rotule os críticos como invejosos.

7. Esconda vulnerabilidades. Convença a todos que tanto você como sua instituiçao não tem problemas, convença aos outros você não se irrita, que não perde a paciência e que tem tudo sobre controle.

8. Ridicularize os reflexivos. Faça pouco caso de intelectuais, pessoas que estudam e os que são capazes de análises profundas, de modo geral eles são pouco influentes com as massas.

9. Dissimule suas intenções. Nunca, nunca, nunca mesmo deixe os outros descobrirem as suas verdadeiras intenções de formar o seu império eclesiástico. A sua carteira de clientes você chamará de ovelhas, a sua mão de obra barata, você chamará de voluntários, os seus empregados você denominará vocacionados. O que importa é a aparência.

10. Domine a linguagem religiosa. Conheça, use e abuse da linguagem religiosa e dos jargões religiosos.

11. Ofereça entretenimento. Mantenha o povo devidamente entretido com programas que enchem os seus olhos e impressionam os seus sentidos. A música ajuda demais.

12. Mantenha o controle. Sob hipótese alguma permita que o poder que você exerce seja dividido com qualquer pessoa. Não participe de associações, alianças ou entidades que você não possa dar a última palavra. Quanto menos pessoas acessarem os balanços menos problema você terá na sua escalada de poder.

13. Cerque-se de limitados. Observe sua equipe, cuide para que somente você brilhe, verifique que a sua equipe é composta de pessoas medíocres e que nunca o ameaçarão.

14. Invista na estrutura. As paredes e os equipamentos valem mais do que os valores, o conforto impressiona mais do que o cuidado. Entre estrutura e pastoreio as pessoas escolherão estrutura.

15. Atente-se para as necessidades. Observe as necessidades do povo e então ofereça o que eles querem, mesmo que você não seja capaz de entregar ofereça. terá se passado muito tempo entre o momento em que eles aderirem e o dia em que descobrirem que você não tem o produto, nesse período o seu império estará consolidado.

16. Seja místico. O misticismo é vital para atrair pessoas desesperadas e inseguras, ele é capaz de escravizar e cegar. Depois de anos de escravidão no misticismo a libertação é quase improvável e às vezes impossível.

17. Aparente ética. Faça com que todos acreditem que você é uma ilha de ética em um mar de iniqüidade. Abuse do discurso ético, mesmo que suas práticas não sejam condizentes. Discursos éticos impressionam e são fáceis de serem feitos.

18. Ria e chore. O sorriso convence as pessoas que você é simpático, o chore convence que você é sensível. Você não deve ser nada disso, contudo as pessoas devem pensar que é.

19. Opte pelos ricos. Não adiante você ter muita gente sobre seu controle se essas pessoas não tem dinheiro no bolso.

20. Evite aproximações. Mantenha uma distancia segura entre você e seus liderados, suas relações devem ser profissionais. Lembre-se imperadores não tem amigos, apenas súditos.

21. O mais importante. Manipule, a massa gosta e não se importa, mesmo que você um dia seja descoberto ainda existirão muitos a sua volta, o suficiente para manter a igreja-império por muitos anos e ainda garantir que seu filho, ou genro herde esse empreendimento.

É possível que agindo assim você terá em meia década algumas centenas ou mesmo milhares de prosélitos, contribuintes alem do mais importante pessoas que não se cansarão de massagear seu ego, afinal é para isso que servem os Impérios, ainda que os chamemos de igrejas.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Sola Scriptura - Rev. Hernandes Dias Lopes















Por Rev. Hernandes Dias Lopes

Os reformadores reafirmaram a supremacia da Escritura sobre a tradição. Todas as doutrinas e ensinos forâneos à Escritura devem ser rejeitados. A Bíblia não é um entre os muitos livros sagrados, ela é a eterna e infalível Palavra de Deus. Sua origem é divina, seu conteúdo é infalível, sua mensagem é salvadora. A Bíblia é a voz de Deus em linguagem humana. É o depositário de toda a vontade de Deus para o homem. João Calvino afirmou que a Escritura é a escola do Espírito Santo na qual nem se tem deixado de por coisa alguma necessária e útil de conhecer, nem tampouco se ensina mais do que o que é preciso saber.
A Bíblia é o livro por excelência: inspirado por Deus, escrito pelos homens, concebido no céu, nascido na terra, odiado pelo inferno, pregado pela igreja, perseguido pelo mundo e crido peloseleitos. Este livro bendito tem algumas características singulares:

1. Sua inspiração – Toda a Escritura é inspirada por Deus. Ela não é fruto da lucubração humana, mas da revelação divina. Ela não procede de homens, mas de Deus. Por isso, nenhum homem, igreja ou concílio tem autoridade para acrescentar a ela coisa alguma ou dela retirar sequer uma palavra. O liberalismo teológico tenta esvaziar a Bíblia do seu conteúdo infalível. Com sua loucura desvairada ele esforça-se para dizer que a Bíblia está eivada de erros e contradições e assim, rejeita partes dela como incompatíveis com a razão humana. Já o misticismo pragmático, contraditoriamente, ao mesmo tempo em que diz crer na Bíblia busca revelações forâneas a ela. mbos, liberalismo e misticismo estão em desacordo com o ensino da Escritura.
2. Sua autoridade – A Bíblia é a suprema autoridade em questão de fé e conduta. Ela é a nossa única regra de fé e prática. A autoridade da Bíblia não procede de qualquer igreja ou concílio. A autoridade da própria igreja precisa estar debaixo da autoridade da Escritura. Nenhum dogma ou experiência pode ser aceito se não tiver base na Palavra de Deus. A Bíblia não apenas contém a Palavra de Deus, ela é a Palavra de Deus. Ela não precisa despertar no homem qualquer sentimento ou desejo para tornar-se Palavra de Deus. Sua autoridade não vem de fora, mas de sua própria origem e conteúdo. A Bíblia não tem uma opinião ou uma palavra sobre as questões vitais que aborda, mas a verdade última, final e absoluta.

3. Sua inerrância – A Bíblia não contém erros. Ela é infalível em sua mensagem e inerrante em seu conteúdo. Ela tem saído incólume de todos os ataques: tem vencido a fogueira dos intolerantes e triunfado sobre a prepotência dos críticos arrogantes. A Bíblia é a bigorna de Deus que tem quebrado todos os martelos dos céticos. A enxada e a pá dos arqueólogos desmentem a falsa sapiência daqueles que se insurgiram contra sua infalibilidade.

4. Sua suficiência – A Bíblia é absolutamente suficiente para nos ensinar, exortar e equipar para conhecermos a vontade de Deus e obedecê-la. Buscar outros meios fora da Escritura como profecias, revelações, sonhos e visões está em total desacordo com o ensino da própria Escritura. Não podemos aceitar a autoridade da Bíblia e ao mesmo tempo corrermos atrás de outras fontes para conhecermos o que Deus tem para nós. Eis o que diz o Artigo V da Confissão da Igreja Reformada da França, adotada em 1559:
Não é lícito aos homens, nem mesmo aos anjos, fazer, nas Santas Escrituras, qualquer acréscimo, diminuição ou mudança. Por conseguinte, nem a antiguidade, nem os costumes, nem a multidão, nem a sabedoria humana, nem os pensamentos, nem as sentenças, nem os editos, nem os decretos, nem os concílios, nem as visões, nem os milagres, devem contrapor-se as estas Santas Escrituras; mas, ao contrário, por elas é que todas as coisas se devem examinar, regular e reformar.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Inabilidade Total – Hernandes Dias Lopes



Fonte: http://www.vemver.tv/

A falência dos púlpitos brasileiros.





Os púlpitos brasileiros encontram-se em petição de miséria.

Lamentavelmente, do Oiaopoque ao Chuí o que mais vemos são pregadores despreparados assumindo os púlpitos de suas igrejas. Na verdade, ouso afirmar que encontrar um bom pregador cuja teologia seja saudável é quase uma missão hercúlea. Confesso que estou cansado de ouvir pregações vazias, superficiais, materialistas, humanistas e triunfalistas, de gente que contraria totalmente o ensino bíblico.

Infelizmente o que mais se ouve em nossos púlpitos é "Você vai obter vitória", "Você é um vencedor", "tome posse da bênção", "Use a palavra para trazer à existência as coisas que não existem" e muito mais. Pois é, toda essa parafernália é oriunda das leis de visualização e reprogramação mental que vêm das filosofias e religiões orientais, carregadas também de aspectos inerentes ao Gnosticismo, heresia grega que exalta o conhecimento para a libertação do Homem. Se não bastasse isso, nossos púlpitos estão impregnados de falsos profetas que ensinam os valores da teologia liberal, pregando de forma desavergonhada que o diabo não existe, que a criação é um mito, que Jesus não fez milagres, que o Mar Vermelho não se abriu diante a ordem de Moisés e muito mais. Para piorar a situação, eis que surge no cenário brasileiro, teólogos do teísmo aberto, cujo ensino descaradamente afrontam as verdades bíblicas. Para tais individuos, o Senhor é um deus que abriu mão da sua soberania em prol do amor. Para esta gente transloucada o Deus da história se transformou num tipo de divindade EMO, que chora pelo sofrimento do homem, sem contudo, poder intervir nos dramas e dilemas da humanidade.

Caro leitor, acredito que essa loucura toda se deva em parte a dois fatores. Primeiramente ao fato inequívoco de que os nossos seminários teológicos encontram-se falidos.

Há pouco passei em frente a uma igreja evangélica deparando-me com uma faixa que dizia: "Venha estudar gratuitamente em nosso seminário teológico."

Confesso que ao ler o conteúdo da faixa fiquei intrigado de como aquela igreja de aparência simples, poderia custear um seminário teológico, até porque, como todos sabemos os custos e despesas relacionados a manutenção de um seminário não são nada baratos.

Pois é, assim como o seminário em questão, existem inúmeros seminários esparramados pelo Brasil, oferecendo aos evangélicos um curso básico de teologia. A questão é que boa parte destes seminários não possuem a menor condição de capacitar, formar e qualificar líderes ao ministério pastoral, isto sem falar é claro, de que não possuem em sua equipe pedagógica professores capazes de ensinar aos seus alunos os conceitos mais básicos da fé cristã. Em contra partida, os grandes seminários das igrejas históricas experimentam a mais profunda crise ensinando em suas classes heresias sutis e destruidoras. Se não bastasse isso, tais seminários são tendenciosos ao extremo pregando aos seus alunos as aberrações do liberalismo teológico ou defendendo com unhas e dentes uma volta litúrgica ao século XVI, cujo fundamentalismo é a principal caracteristica.

Para piorar a situação, a maioria dos seminários abandonaram a confessionalidade, ensinando conceitos dúbios e confusos aos seus também confusos alunos. Em nome de uma fé interdenominacional, negocia-se a sã doutrina, o que por consequinte, contribui em muito para a idiotização da igreja de Cristo.

Quanto aos professores, o que se percebe é que ainda que possuam formação acadêmica, suas doutrinas não possuem uma linha teológica definida. Sinceramente confesso que não entendo como liberais dão aula em seminários confessionais, ou como neopentecostais ministram em seminários reformados e calvinistas. Para agravar mais a situação, boa parte destes professores ensinam um evangelho humanista, cuja ênfase principal é a psicanálise e auto-ajuda.

Em segundo lugar, acredito que o fato das Escrituras Sagradas terem deixado de ocupar o centro dos nossos cultos contribuiu em muito para a multiplicação de heresias e distorções teológicas. Infelizmente, a baqueta tomou o lugar da exposição da Palavra de Deus, a música ocupou o espaço que deveria ser destinado ao ensino bíblico, o que por consequinte, porporcionou o aparecimento de um novo tipo de evangelho, cujo foco principal é satisfação do homem.

Pois é, como já escrevi anteriormente creio que boa parte dos nossos problemas eclesiásticos se deve ao fato de termos abandonado a margem da existência as Escrituras. Não tenho a menor dúvida de que somente a Bíblia Sagrada é a suprema autoridade em matéria de vida e doutrina; só ela é o árbitro de todas as controvérsias, como também a norma para todas as decisões de fé e vida. É indispensável que entendamos que a autoridade da Escritura é superior à da Igreja, da tradição, bem como das experiências místicas adquiridas pelos crentes. Como discípulos de Jesus não nos é possível relativizarmos a Palavra Escrita de Deus, ela é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos.
O reformador João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia, e de que ela é o escudo que nos protege do erro.
Prezado amigo, em tempos difíceis como o nosso precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, até porque, somente assim consiguiremos corrigir as distorções evangélicas que tanto nos tem feito ruborizar.

Soli Deo Gloria